DNA

A MUTABILIDADE DO DNA POR FATORES DESCONSIDERADOS PELA CIÊNCIA TRADICIONAL

O ácido desoxirribonucleico ou DNA (sigla em inglês), ou ADN (sigla em português), é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o funcionamento e o desenvolvimento de todos os seres vivos e de alguns vírus, e que transmitem as características hereditárias de cada ser vivo. A sua principal função é armazenar as informações necessárias para a construção de proteínas de ARN. Os segmentos do DNA que contêm a informação genética são denominados genes. O restante da sequência de DNA tem importância estrutural ou está envolvido na regulação do uso da informação genética[1].

A maioria das moléculas possui uma estrutura química fixa. Mas a molécula de DNA possui pedaços que variam, e as variações e os arranjos específicos desses pedaços, como a ordem das letras para formar palavras, grafam quimicamente as instruções de como formar um ser humano, ou qualquer outro organismo vivo. Outras moléculas transportam as instruções codificadas na molécula de DNA, criando ossos e músculos, sangue, fígado, cérebro, pulmões etc[2].

O DNA é composto pelos seguintes componentes químicos: açúcares de cinco carbonos chamados desoxirribose; grupos de fosfatos, consistindo de um átomo centras de fosfatos ligado a quatro átomos de oxigênio; dois compostos de anéis duplos contendo nitrogênio chamados timina e citosina; e dois compostos de anel simples contendo nitrogênio chamados de guanina e adenina. Os quatro compostos de nitrogênio são chamados coletivamente de bases[3].

A molécula de DNA tem a forma de uma escada em espiral. Cada uma das duas pernas da escada forma uma hélice. Cada degrauda  escada  consiste  em  duas  pequenas  moléculas presas entre si, podendo ser um entre quatro tipos: C-G,   G-C,   A-T,   T-A (C – citosina, G – guanina, T – timina, A – adenina). Molécula pormolécula,   um  ser  humano  ou  um  rato  é  fabricado  a  partir  de  uma  receita específica  de  aminoácidos  e  outras  substâncias  químicas  ordenadas  com  base  na  sequência  de degraus  na  escada  de  DNA.   Areceita  completa  para  fazer  um  ser  humano,   por  exemplo, requer  cerca  de  5  bilhões  de  degraus.  Uma bactériatípica  requer  apenas  cerca  de  5 milhões[4].

A escada de DNA é extremamente longa ao tempo em que tem o mínimo de largura. O DNA humano tem cerca de dois metros de comprimento, mas apenas 0,2 milionésimos de centímetros de largura. As moléculas de DNA residem dentro de cada célula viva, nos cromossomos. Para caber dentro da célula infinitamente menor, a escada precisa enrolar-se e dobrar-se muitas vezes[5].

A estrutura do DNA foi descoberta em 1953 por James Watson, Francis Crick e Rosalind Franklin. Porém, pelo menos um século de descobertas em biologia havia assentado as bases para desvendá-lo. Primeiro, foi a ideia de que organismos vivos são criados peça por peça no desenvolvimento do embrião, sendo que esse cenário exigia instruções para fazer com que as novas peças fossem passadas adiante de uma célula a outra e de uma geração a outra. Depois, havia o estudo da biologia molecular e o reconhecimento gradual de que o núcleo da célula continha instruções para criação. E, por fim, o descobrimento da molécula específica que armazenava tais instruções era o ácido desoxirribonucleico, o DNA[6].

A molécula de DNA, sendo portadora de informação genética, possui duas características: um meio químico de codificar a informação e um meio de copiar a si mesma para os processos de divisão celular. A codificação é feita pela base específica das bases nitrogenadas nos degraus. A cópia é feita quebrando-se a escada ao meio, pelas pontes de hidrogênio tracejadas. Após essa quebra, cada lado remanescente tem uma das pernas e a metade de um degrau. Como C sempre se emparelha com G e A com T, cada metade da escada contém a informação da escada inteira. É desta forma que o DNA se autocopia[7].

A descoberta do DNA criou um ramo inteiramente novo na ciência, a biologia molecular. Há mais de quatro mil doenças hereditárias oriundas de falha genética. Elas vão desde a anemia culciforme até a Doença de Huntington, e as falhas genéticas podem até desempenhar um papel na Doença de Alzheimer e em certos tipos de esquizofrenia. Aprendendo-se a manipular o DNA humano, será possível evitar as doenças hereditárias e muito mais[8].

EVIDÊNCIAS DE QUE O DNA PODE TER SEU ESTADO ALTERADO

            Desde a identificação da estrutura do DNA, vem-se estudando a hipótese de que o DNA pode reagir diante de determinados estímulos, de uma maneira não cogitada pela física convencional, o que pode abrir um novo leque de conhecimentos sobre física quântica, biologia e hereditariedade, trazendo respostas mais profundas sobre a condição humana.

Diante disso, foram feitos experimentos bastante reveladores, embora escassos,que demonstram a verdadeira natureza do DNA e sua interação com determinados tipos de energia quânticas e também com estados emocionais.

Experimento conduzido pelos cientistas russos Peter Garaiev e Vladimir Poponin, intitulado “The DNA PhantonEffect”, datado de 1995, teve por objetivo testar o comportamento do DNA em partículas de luz (fótons), a “matéria” quântica de que o nosso mundo é feito. Primeiramente, eles removeram o ar de todo o tubo especialmente projetado, criando o que entendemos como vácuo. Porém, mesmo no vácuo persiste uma substância ainda presente: os fótons. Foi observado que esses fótons estavam distribuídos de maneira desordenada por todo o tubo[9].

Em seguida, amostras de DNA humano foram colocados dentro do tubo, juntamente com os fótons. Na presença do DNA, as partículas de luz passaram a se organizar de uma maneira diferente. O material genético estava irrefutavelmente exercendo uma influência direta sobre os fótons, como se estivessem imprimindo padrões regulares a eles por meio de uma força invisível. Quando o DNA foi removido do recipiente, os fótons permaneceram ordenados da mesma forma que antes, não voltando à forma desordenada do início do estudo[10].

Em outra pesquisa conduzida pelo Exército dos Estados Unidos, no ano de 1993, cientistas investigaram se nossas sensações tinham o poder de afetar células vivas, especificamente o DNA, no caso de essas células não fazerem mais parte do corpo. Os pesquisadores começaram por reunir DNA e um esfregaço de tecido do interior da boca de um voluntário. A amostra foi isolada e levada para outra sala do mesmo edifício. Em uma câmera especialmente projetada, o DNA foi medido eletricamente para verificar se ele respondia às emoções da pessoa de onde ele tinha sido retirado, o doador, confinado em uma sala distante dali, a várias dezenas de metros[11].

Enquanto o voluntário era submetido a diversas imagens de vídeo com o intuito de despertar emoções no espectador, a resposta do DNA era medida em outra sala. Foi observado que, quando o doador passava por “altos” e “baixos” emocionais, suas células e seu DNA mostravam uma poderosa resposta elétrica, mesmo a uma distância considerável. É de considerar-se que as respostas do DNA às emoções do voluntário foram imediatas, não se transcorreu nenhum tempo entre um evento e outro[12].

O Instituto HearthMath, cujo propósito era explorar o poder dos sentimentos humanos sobre o corpo, entre os anos de 1992 a 1995, realizou experimentos para observar se o estado do DNA era alterado em razão das emoções humanas. A princípio, a molécula de DNA humano era isolada em um béquer de vidro, sendo exposta a seguir a uma forma poderosa de emoção conhecida como emoção coerente. Essa forma de emoção nada mais é, segundo os pesquisadores principais GleinRein e Rolly McCarthy, que um estado psicológico criado intencionalmente mediante o uso de técnicas de autogerenciamento mental e emocional especialmente projetadas, que implicam na quietude intencional da mente, na mudança da consciência para a área do coração e na focalização de emoções positivas[13].

Pois bem, foram realizados vários testes envolvendo até cinco participantes treinados em técnicas de emoções coerentes, assim como diversos métodos de análise de DNA, tanto visuais como químicas. Os resultados mostraram-se irrefutáveis, as emoções mudaram a forma do DNA. Com nada além de despertar sentimentos bem definidos em seu próprio corpo, os participantes foram capazes de influenciar as moléculas de DNA no béquer[14].

Todos estes experimentos tiveram o condão de demonstrar que o estado do DNA, ao contrário do que o pregado pela ciência tradicional, é perfeitamente mutável quando corretamente estimulado. O primeiro experimento com os cientistas russos mostrou o efeito direto do DNA sobre a vibração de luz, o que sugere que essa energia quântica pode estar de alguma forma conectada com toda a matéria viva e com todo o mais, formando uma unidade em contraposição ao dualismo que somos intuitivamente levados a acreditar que existe. O estudo conduzido pelos militares americanos revelou a conexão existente entre a pessoa e as suas moléculas mesmo à distância. Já o terceiro experimento conduzido pelo instituto HearthMath provou inequivocamente a influência das emoções sobre o DNA humano.

As implicações dos estudos são incalculáveis e extremamente promissoras. É possível vislumbrar uma conexão entre todas as coisas por meio de uma energia quântica e que o DNA do nosso corpo franqueia-nos o acesso a esta energia e a emoção é a chave para podermos usufruir desse campo[15].

REFERÊNCIAS

BRADEN, Gregg. A Matriz Divina, Editora Cultrix.

LIGHTMAN, Alan. As descobertas – os grandes avanços da ciência no século XX, Editora Companhia das Letras.

STRATHERN, Paul. Crick, Watson e o DNA em 90 minutos, Editora Zahar.

AUTOR: Euclides de Almeida Silva – Diretor do Instituto Namaskar – Parapsicologia Clínica Integrativa e Constelação Familiar Sistêmica.

[1]Ácido Desoxirribonucleico – ADN. Artigo encontrado no sítio virtual: https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81cido_desoxirribonucleico

[2]LIGHTMAN, Alan. As descobertas – os grandes avanços da ciência no século XX, p. 208.

[3]LIGHTMAN, Alan. As descobertas – os grandes avanços da ciência no século XX, p. 210.

[4]LIGHTMAN, Alan. As descobertas – os grandes avanços da ciência no século XX, p. 209.

[5] LIGHTMAN, Alan. As descobertas – os grandes avanços da ciência no século XX, p. 209.

[6]LIGHTMAN, Alan. As descobertas – os grandes avanços da ciência no século XX, p. 213.

[7]LIGHTMAN, Alan. As descobertas – os grandes avanços da ciência no século XX, p. 218.

[8]STRATHERN, Paul. Crick, Watson e o DNA em 90 minutos, p.40.

[9]BRADEN, Gregg. A Matriz Divina, p. 44.

[10]BRADEN, Gregg. A Matriz Divina, p. 45.

[11]BRADEN, Gregg. A Matriz Divina, p. 45.

[12]BRADEN, Gregg. A Matriz Divina, p. 45.

[13] BRADEN, Gregg. A Matriz Divina, p. 48.

[14] BRADEN, Gregg. A Matriz Divina, p. 49.

[15] BRADEN, Gregg. A Matriz Divina, p. 50.

Autor: namaskar

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